Encontros – segunda parte

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Num dia frio, como muitos outros que já havia vencido, Wellington seria surpreendido por um encontro inesperado.

Procurava se aquecer sob a marquise de uma loja no centro da cidade, onde sempre se abrigava, sem nunca notar o nome na fachada do prédio. Lutava para vencer a fome e o desejo desesperador por mais uma dose de álcool ou crack. Com o estômago doendo de fome, naquele início da madrugada, ouviu uma voz.

– E aí, meu irmão? Com frio? Com fome?

Assustado e quase sem poder enxergar na escuridão, ele respondeu pondo-se em pé num salto.

– Quem é você? Qué o quê aqui, mané?

– Só vim ajudar, amigo. Só vim ajudar!

Wellington quase não podia acreditar. Ninguém se aproximava do “seu lugar”. Todos tinham medo dele porque sabiam que era agressivo e violento. E agora, no meio da noite, no meio do nada, a voz que ele ouvia parecia tão cheia de paz. E aqueles olhos que o fitavam em meio à escuridão estavam carregados de amor. Apesar de ele não conhecer muito bem esses sentimentos, sempre procurou por eles. E agora eles estavam diante dele e direcionados a ele. Além disso, dos olhos amorosos e da voz que irradiava paz, o adolescente diante de Wellington tinha nos lábios um sorriso tão sincero, que ele pensava ser impossível reproduzir.

“Só pode ser mentira! Isso deve ser brincadeira”, pensou.

– Quer comer alguma coisa? – Insistiu o garoto.

– Cê tá me tirânu? – Wellington respondeu com agressividade.

– Como assim? Só estou te oferecendo comida e cobertor.

O rapazinho insistia em sorrir e olhar para os olhos de Wellington como ninguém tinha feito até então.

Wellington deu uma olhada no garoto, de cima a baixo, desconfiado e confuso. Conferiu, então, não mais o rosto angelical à sua frente, mas as roupas, o tênis do menino que lhe oferecia ajuda. Em seguida, num movimento rápido, agarrou o garoto pelas pontas de sua blusa na altura do pescoço, empurrou-o com força contra a parede, fazendo com que o menino derrubasse a marmita de comida de suas mãos e começou a gritar.

– Tá de onda comigo, né, “muléque”? Tá de onda comigo, né? Todo arrumadinho, “ropinha” limpinha, “pisante” novinho no pé, perfumadinho e cabelinho da hora! O filhinho de papai pensa que pode vir aqui e tirar onda de bonzinho pra cima de mim, né? Num é?

O adolescente, prensado contra a parede, agora tinha um semblante diferente. Assustado, com os olhos arregalados. O medo provocava arrepios pelo corpo e frio na espinha, gerando um gigantesco nó na garganta que o deixou sem fala, sem ação.

– Fala, “muléque”… Perdeu a voz, almofadinha? – esbravejava Wellington, já com uma das mão com punho fechado e ameaçando bater no rosto do garoto.

– Vou “quebrá” tua cara pra tu “vê” que a vida na rua é dura, e que nenhum filhinho de papai pode vir aqui pra mi “humillhá”, não!

Wellington gritou ao levantar a mão preparada para o primeiro soco, enquanto olhou para o rosto do menino apavorado e indefeso. E aí, viu que as lágrimas lhe desciam pela face terna e doce. Isso o paralisou.

Jairo Wellington já havia se envolvido em tantas brigas, que perdera as contas. Mas nunca, nunca tinha visto nos olhos de seus oponentes lágrimas tão inocentes. Não sabia o que fazer. Ele tinha que provar superioridade e mostrar quem é que mandava no pedaço. Seu orgulho estava ferido sem um motivo que pudesse ser explicado, a ira o dominava como sempre, a revolta estava aflorada como de costume. Mas aquelas lágrimas eram inocentes de verdade, e mesmo sendo abundantes, não apagavam o amor que os olhos do menino irradiavam em meio à escuridão.

Mil pensamentos passavam pela mente de Wellington, e ele não sabia qual a coisa certa a fazer.

“E se esse almofadinha não merecer apanhar? Mas, se eu não bater nele, vai pensar que sou um fraco, e que ele é mesmo melhor que eu! Mas se eu matar um filhinho de papai desses, posso me dar mau de verdade! Por que ele não diz nada? Será que não vai gritar? Vou deixar ele ir embora. Pelo menos está com medo e não volta mais aqui!” Pensava tudo isso em questão de segundos.

– “Cê” não vai “fala” nada, não, “muléque”? Só sabe chorar? – perguntou, tentando dar uma chance ao garoto. Mas ele jamais poderia imaginar a resposta que viria a seguir.

 Dawidh Alves

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Encontros – primeira parte

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Ele apenas perambulava pelas ruas no centro da cidade. Na verdade, de tão atordoado, nem mesmo sabia estar no Centro. Havia perdido completamente a noção do tempo e de direção. Sua alma estava em absoluto desespero e sua mente, em parafuso. Centenas de pensamentos bombardeavam a mente confusa, todos ao mesmo tempo e sem dar trégua. Angústia, tristeza profunda e questionamentos mil faziam as lágrimas molharem seu rosto, de forma incessante.

Que fazer? Continuar andando? Parar e beber até esquecer, até cair? Morrer, simplesmente? Ou voltar para casa e tentar seguir em frente? Ele já havia feito isso antes e, no fundo, bem lá no fundo do coração, ele sabia que poderia fazê-lo de novo. Mas estava tão cansado…

A vida não havia sido nada fácil para ele. Tinha lutado muito para conseguir tornar-se alguém e chegar aonde chegou. Mas agora, apesar de saber ser capaz, não conseguia encontrar motivação alguma, nem mesmo razão para tentar de novo.

Seu nome é Jairo, mas ele nunca teve certeza se era esse mesmo o seu nome, então preferia ser chamado de Wellington, seu nome do meio.

Ele fora abandonado pela mãe, não tinha irmãos, e crescera numa casa lar para crianças sem nunca ter conhecido o pai. Jairo Wellington foi o nome que disseram ter recebido em homenagem aos dois policiais que o encontraram na rua, numa noite chuvosa quando o levaram ao hospital, para depois ser encaminhado para o orfanato.

O período escolar tinha sido muito, muito difícil. Como não era de uma beleza adequada aos padrões tidos por normais, sempre sofreu zombarias entre as demais crianças e nunca fez amigos. No orfanato, diziam que ele era feio demais para que alguém se interessasse em adotá-lo e que era impossível amar alguém como ele.

A revolta tomou conta de seus sentimentos muito cedo e não tardou para que a violência aflorasse. Na adolescência, decidiu que não zombariam mais dele sem sofrerem as consequências, o que lhe rendeu algumas passagens pela polícia por agressões.

Decidiu que seria alguém nessa vida e teve de esforçar-se muito para concluir o Ensino Médio, estudando no período noturno e engraxando sapatos numa rodoviária durante o dia. Ali mesmo, descobriu o lado negro da vida.

Além de golpes, roubos, violência e trapaças que via todos os dias, Wellington conheceu políticos, gente rica e bem posicionada na sociedade, atletas, jornalistas e artistas. Frequentou festas e bares, casas noturnas e recepções em mansões sempre a convite de alguém cujos sapatos engraxara e de quem ganhara a simpatia.

Nestas oportunidades, conheceu a falsidade, a futilidade, as banalidades e extravagâncias, a drogas, o álcool, o sexo e as mentiras, roubos e outras tantas coisas que o mundo e as trevas sempre oferecem.

Além de amargurado e agressivo, também se tornou frio, desconfiado e oportunista. A vida estava em decadência, mas ele não percebia.

Em meio a tantas das noitadas de festas, bebedeira e drogas, não conseguia pagar o aluguel de um quarto numa pequena pensão familiar, e logo foi despejado e passou a morar na rua.

Wellington não tinha mais nada. Nas ruas, até sua caixa de engraxate foi roubada, e agora sustentar o vício só era possível por meio de furtos e roubos. Sua agressividade rendeu-lhe a fama de mau e o apelido de “sangue ruim”. Ele se tornou um homem mau e completamente infeliz, sem amigos e sem perspectiva de futuro. Até que um dia…

 Dawidh Alves

Jejum nacional

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Recentemente você conferiu aqui no blog um texto do Mitch sobre uma profecia que Deus trouxe ao Brasil através da profeta Cindy Jacobs. Temos falado de como a Igreja brasileira precisa responder às promessas do Senhor, não apenas se entusiasmando com elas, mas tomando atitudes para que possam se cumprir.

Quanto a essas atitudes, muitos servos de Deus têm chegado a um consenso, especialmente por ouvirem o Espírito Santo. O Senhor tem mostrado que algumas coisas básicas devem ser feitas, a começar pelo retorno à leitura da Palavra, à oração, e ao jejum.

Com esse entendimento simples, mas poderoso porque vem do Senhor, o Conselho Apostólico Brasileiro está convidando todos os crentes em Jesus a se unirem durante 40 dias de jejum e oração pelo nosso país.

A partir do dia sete de outubro, vamos juntos nos apresentar ao Senhor em arrependimento pelos pecados da Nação e pela falta de unidade da Igreja brasileira.

Nós sabemos que o mundo saberá que Jesus é o Cristo de Deus Pai quando nós formos um (João 17). Por isso vamos nos arrepender para sermos, de fato, uma Igreja que vive em unidade.

Próximo ao final desse período, no Hotel Nacional, em Brasília, líderes cristãos de todo o Brasil se reunirão para proclamar a unidade em Cristo. Será imperdível. Para mais informações sobre o evento, você pode acompanhar os canais do Conselho na internet.
Quanto ao Jejum, todos podem se envolver. Você pode jejuar da maneira que for possível para você durante esses 40 dias.

Vamos nos unir em oração! Vamos trabalhar por unidade para que o Brasil saiba que Jesus é o Messias e a Igreja viva em unidade!

Ministério Tabernáculos

Se o meu povo

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Em março deste ano, através da profetisa Cindy Jacobs, Deus trouxe uma palavra profética ao Brasil que ganhou grande repercussão. Ela foi recebida com muita alegria pelos crentes e propagada em massa nas redes sociais. E com razão. O que Deus nos disse é realmente maravilhoso.

Mas, conforme essa profecia circulou pela internet, tive uma impressão particular que me incomodou. Parecia que todo mundo só ouvia uma parte do que Deus disse.

“É o meu desejo abater o principado da corrupção e o principado da miséria”.

O vídeo que registra a doutora Cindy liberando essa profecia tem quase três minutos de duração. E, de tudo o que Deus disse naquela ocasião, só uma frase tem repercutido.

Honestamente, quando assisti a essa filmagem pela primeira vez, minha sensação não foi de alegria. Peço perdão se isso não soa muito cristão. Mas meu sentimento primário foi de temor.

No dia em que aquela profecia foi liberada, Deus falou muito mais sobre a responsabilidade da Igreja Brasileira do que sobre as coisas que Ele pretende fazer. Como acontece com todas as palavras proféticas legítimas, as promessas que Deus trouxe estão condicionadas, pendentes da ação da Igreja. Meu pai mesmo ensina que toda profecia é condicional; Deus fará se o homem ou quando o homem.

Antes de nos prometer alguma coisa naquela ocasião, o Senhor disse claramente:

“Estou dando ao Brasil uma segunda chance”.

Isso não é assustador? Uma segunda chance.

Não quero, de modo algum, ser pessimista a respeito do que Deus está nos falando. Mas uma Igreja madura não poderá apenas festejar com as promessas do Senhor sem acatar as responsabilidades que Ele nos confere.

Vamos imaginar uma profecia diferente. “Vocês têm sido maus. Mas, se vocês se arrependerem, eu vou abençoá-los”. Ao ouvir algo desse gênero vindo do Senhor, será que a reação mais apropriada seria festejar porque Ele vai nos abençoar? Não seria mais sábio atender à condição da promessa e entrar em arrependimento?

Recentemente, meu pai começou a mencionar essa profecia em alguns de seus sermões, e é isto que ele tem feito questão de esclarecer: se Deus está nos dando uma segunda chance, é porque perdemos a primeira! Portanto, não é hora apenas de se animar com as promessas, mas é hora de rasgar o coração.

Irmãos, o nosso discurso, como ministério a serviço do Corpo de Cristo, é baseado na graça de Jesus. Mas isso não anula nenhuma responsabilidade que Deus nos dê.

Em julho de 2010, Deus trouxe uma terrível palavra ao meu pai, Dawidh Alves, que ele entregou à Igreja Brasileira em uma conferência com a apóstola Neuza Itioka. O Senhor nos alertava, dizendo que o Brasil estava prestes a perder o tempo de sua visitação. Agora, em 2013, Deus nos traz esta triste notícia: de fato, nós perdemos o nosso momento.

É tremendo que o Senhor, em sua imensa graça, queira dar ao Brasil uma segunda chance para o avivamento. Isto é um favor gigantesco! Mas agora ainda não é hora de festejar. É hora de ouvir e responder ao que o Senhor disse que devemos fazer para que a bênção dele venha num futuro próximo.

Mitch Alves

 Foto: Camila Alves

É amanhã! Vamos Orar Na Rua: uma assembleia solene

Está chegando o dia de o Brasil ser impactado pelo poder de Deus! Estamos nos movendo em todo o Brasil. Na cidade de São Paulo, vamos nos encontrar na região do Vale do Anhangabaú, precisamente na Rua 15 de Novembro, perto da estação São Bento do metrô e também das estações Anhangabaú e Sé. Outros endereços pelo Brasil você pode conferir em nossa página no Facebbok: www.facebook.com/MinisterioTabernaculos.

Assista ao vídeo em que o apóstolo Dawidh Alves fala um pouco sobre esta mobilização nacional e o que mais o Espírito Santo tem feito no Brasil nete tempo. Confira também, mais abaixo, a continuação do estudo da pastora Stacey Campbell, do Ministério The Call, sobre Assembleias Solenes.

Deus abençoe a todos!
Ministério Tabernáculos

 

 

ASSEMBLEIAS SOLENES
RESPALDO BÍBLICO – Pra. Stacey Campbell | Ministério The Call

Cremos que a solução divina para ver nações transformadas está em II Crônicas 7:14:

“se o meu povo, que se chama pelo meu nome, se humilhar, e orar, e me buscar, e se converter dos seus maus caminhos, então, eu ouvirei dos céus, perdoarei os seus pecados e sararei a sua terra” .

Precisamos remover as barreiras de divisão do Corpo de Cristo e nos unir urgentemente em jejum e oração, com a promessa divina de Joel 2:28:

“… acontecerá, depois, que derramarei o meu Espírito sobre toda a carne”.

 

O CONSELHO/CONCERTO DE DEUS PARA UMA CRISE NACIONAL – Deus aconselha Israel a se CONVERTER A ELE em ARREPENDIMENTO (Joel 2:17).

“Chorem os sacerdotes, ministros do SENHOR, entre o pórtico e o altar, e orem: Poupa o teu povo, ó SENHOR, e não entregues a tua herança ao opróbrio, para que as nações façam escárnio dele. Por que hão de dizer entre os povos: Onde está o seu Deus?”

Esta é a única esperança de vermos a Igreja avivada, famílias restauradas e sociedades transformadas. Que todos estejam preparados para a Vinda do Senhor.

 

ASPECTOS PRÁTICOS PARA CONVOCAR UMA ASSEMBLEIA SOLENE (Joel 2:15-16)

• PROCLAMAI O DIA: “Tocai a trombeta em Sião, promulgai um santo jejum, proclamai uma Assembleia Solene”.

• CONGREGAI O POVO: “Congregai o povo, santificai a congregação”.

• CONGREGAI OS ANCIÃOS: “ajuntai os anciãos, reuni os filhinhos e os que mamam; saia o noivo da sua recâmara, e a noiva, do seu aposento”.

 

TEMPOS DE CRISE EXIGEM ORAÇÃO PARA CRISE

Tiago 5:22
O poder da oração de homens justos causa efeito imediato – “a oração feita por um justo pode muito em seus efeitos.”

Gênesis 18:17-33
Abraão orou e, por 10 pessoas justas, Deus pouparia uma cidade perversa como Sodoma e Gomorra.

Daniel 9:23
“Assim que você começou a orar, houve uma resposta, que eu lhe trouxe porque você é muito amado.”

Mateus 17:14-21
Oração e jejum é uma maneira de libertação de espíritos malignos. “Mas esta casta de demônios não se expulsa senão pela oração e pelo jejum.”

II Crônicas 7:14
O poder da oração COLETIVA trás cura para a nação!

Dia 13 de julho: assembleias solenes

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Shalom, irmãos!

As pastoras Stacey Campell e Kelry Green, do Ministério The Call, entraram em contato com o apóstolo Dawidh durante esta semana, pois seu ministério estará envolvido em oração com o Vamos Orar Na Rua.

Elas, muito amavelmente, nos enviaram um estudo que a pra. Stacey escreveu sobre Assembleias Solenes Bíblicas, que é o que teremos no próximo dia 13.

Abaixo, segue a primeira parte dele, para nos ajudar a nos movermos em unidade em todo o Brasil durante o Vamos Orar Na Rua. Abraços a todos!

Ministério Tabernáculos

 

ASSEMBLEIAS SOLENES BÍBLICAS

Na Bíblia, as Assembleias Solenes foram apontadas por Deus como uma prescrição divina para se converter a Ele em tempos de apostasia. Estes ajuntamentos tinham o propósito de oração, jejum e arrependimento pelos pecados individuais e nacionais. Também foram usadas para clamar a Deus por proteção em tempos de crise. Muitas vezes naqueles dias, os Israelitas paravam o seu trabalho e ofereciam sacrifícios ao Senhor. Havia sempre a promessa de grandes bênçãos e interrupção da maldição se a nação se convertesse ao Senhor com devoção de todo coração e renovação de seus votos de amor ao Senhor. (Levítico 23:36, Números 29:35, Deuteronômio 16:8, II Crônicas 7:9, II Crônicas 20:3-4, Joel 1:14, 2:15).

• Uma Assembleia Solene é um ajuntamento interdenominacional dos santos do Senhor numa região/nação no espírito de Joel 2:12-17 e II Crônicas 7:14.

• É um dia de arrependimento, de examinar a si mesmo diante de Deus.

• Uma Assembleia Solene é um AJUNTAMENTO PARTICIPATIVO de jejum e oração, louvor e adoração, junto a intercessão por avivamento espiritual.

• Uma Assembleia Solene envolve reconciliação: entre gerações (Malaquias 4:6), entre tribos e grupos étnicos, entre homens e mulheres.

• É um dia de ARREPENDIMENTO e HUMILHAÇÃO no espírito de Daniel 9 e II Crônicas 7:14.

 

OBJETIVO DE UMA ASSEMBLEIA SOLENE

O propósito de uma Assembleia Solene não é promover qualquer homem ou ministério, e sim, exaltar somente o Senhor Jesus Cristo, para que a Noiva seja purificada e as nações, preparadas para a Sua Vinda.

O alvo de uma Assembleia Solene é ver vidas transformadas, e como resultado, gerar uma cultura transformada.

 

PRINCÍPIOS IMPORTANTES

• Uma Assembleia Solene é para o povo de Deus comprometido em interceder a favor do seu povo. Os participantes devem ter um compromisso com uma vida de pureza e santidade, a fim de que as orações tenham efeito (Tiago 5:16).

• SACRIFÍCIO TEM O MESMO VALOR QUE A ORAÇÃO: toda oração, custo e preparação para o acontecimento do evento tem valor. Portanto, se você não puder cantar ou orar no dia estando à frente, mesmo assim há grande importância na sua participação. Talvez possa até ser mais valoroso aquilo que é feito em secreto diante do Senhor.

• Os participantes devem estar com o coração sincero voltado para quebrantamento e desejo de mudança. Se a oração não vier de um coração sincero ou se apenas for um programa, não há valor para Deus.

“Aborreço, desprezo as vossas festas e com as vossas Assembleias Solenes não tenho nenhum prazer. E, ainda que me ofereçais holocaustos e vossas ofertas de manjares, não Me agradarei deles, nem atentarei para as ofertas pacíficas de vossos animais cevados. Afasta de mim o estrépito dos teus cânticos, porque não ouvirei as melodias das tuas liras. Antes, corra o juízo como as águas; e a justiça, como ribeiro perene”. (Amós 5:21-24)

“Ainda assim, agora mesmo, diz o SENHOR: convertei-vos a mim de todo o vosso coração; e isso com jejuns, com choro e com pranto. Rasgai o vosso coração, e não as vossas vestes, e convertei-vos ao SENHOR, vosso Deus”. (Joel 2:12-18)

 

VERSÍCULOS 12 e 13:

Estes versículos descrevem especialmente o que Deus quer mudar:

a) NOSSO CORAÇÃO

b) TORNAR-NOS MAIS HUMILDES.

c) NOSSO DESEJO E PAIXÃO POR ELE (FOME/JEJUM).

O Espírito Santo está movendo o Brasil!

Shalom, irmãos!

A mobilização para o Vamos Orar na Rua, do dia 13 de julho, tem ganhado muita força! Nós sabemos que é o Espírito de Deus que tem dado a essa oportunidade as proporções que ela tem ganhado.

Para que se tenha uma ideia, só falta se envolverem os estados de Roraima, Rondônia, Piauí, Mato Grosso, Rio Grande do Norte e Rio Grande do Sul. Todos os demais estados do Brasil já têm ao menos uma cidade envolvida com esse clamor por avivamento!

A visão do dia 13 foi dada pelo Espírito Santo ao apóstolo Dawidh Alves. E Ele mesmo, o Senhor, também moveu muitos outros profetas para criar todo um cenário de oração e jejum em nossa nação neste período. Abaixo, você pode ver o que o Espírito Santo tem dito à Igreja Brasileira através de alguns destes amados irmãos: a pastora Ana Paula Valadão; a profetisa Cindy Jacobs; e os profetas Lou Engle e Stacey Cambell (do ministério The Call).

 

 

 

Ministério Tabernáculos